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J. C. Fantin

terça-feira, 31 de maio de 2016

[DEMO] o Banco Falante

Miniconto - Pequeno Infinito

Era uma manhã ensolarada, com uma brisa calma no parque em plena primavera. Eu estava sentado em um dos bancos abaixo de uma cerejeira. Pessoas apareciam e desapareciam aqui e ali, vivendo suas vidas, as mais agitadas sendo puxadas pelas correntes do tempo, enquanto as calmas e os velhinhos pareciam cascas de chocolate quente no relento.

Uma que não pertencia a nenhum desses grupos esbarrou na minha perna ao perseguir uma bola. Ela caiu na grama, mas, antes de eu conseguir me desculpar, ela já estava de pé, olhando atentamente o banco azul onde eu estava sentado, tentando entender o que a havia feito cair. Era uma menina, de uns 8 ou 9 anos, então com olhos confusos ao perceber que foi um completo nada que a derrubou.

Foi aí que eu lembrei quem eu era.

“Desculpe, minha querida”, eu disse, “mas você não pode me ver. Eu sou invisível”.

Como ela não sabia para onde olhar, seus olhos estavam direcionados para todos os lugares e, ao mesmo tempo, para nenhum.

“Um homem invisível?”, perguntou ela para ninguém. “Você parece mais um banco falante!”.

“Isso é porque eu estou sentado no banco, menininha. Sinto muito se eu te fiz cair, ninguém espera tropeçar em um homem invisível”.

“Está tudo bem”, perdoou ela, com os olhos brilhando em curiosidade. “Eu não conheço outros homens invisíveis”.

“É porque não existem outros”, expliquei.

Falando isso, uma poeira despertou minha alergia e eu soltei um espirro alto. A menina apenas ouviu e, com isso, soltou uma risadinha. Imediatamente, perguntei a ela qual era a graça...

Quer ler o resto do conto?


(/◔ ◡ ◔)/
J. C. Fantin
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